Terça-feira, 25 de Março de 2008

Novo livro de Walid Phares

THE CONFRONTATION

Winning the War Against Future Jihad


TABLE OF CONTENTS

Acknowledgments

Prologue: Why This Book?

Introduction

Chapter 1. Redefining the War

Chapter 2. Western Rethinking

Chapter 3. Cultural Revolution in the West

Chapter 4. Economic Revolution

Chapter 5. Diplomatic Revolution

Chapter 6. Revolution in the Arab Muslim World

Chapter 7. War of Ideas Intensified

Chapter 8. Isolating Jihadism

Chapter 9. U.S. Homeland Survival

Chapter 10. A Greater Europe to Confront Jihadism

Chapter 11. Russia’s War on Jihadism

Chapter 12. Confrontations in the Greater Middle East

Chapter 13. The Southern Battlefields

Chapter 14. The State of the Confrontation

Conclusion: Past Choices and New Directions

Notes

Index

The book was published by Palgrave MacMillan.

Dr Walid Phares is Senior Fellow with the Foundation for the Defense of Democracies and a Visiting Scholar with the European Foundation for Democracy.

publicado por nx às 16:15
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

«Nuclear» recomenda:

Jihad and Jew-Hatred:

Islamism, Nazism and the Roots of 9/11
by Matthias Küntzel
Translated by Colin Meade
Telos Press


Jihad and Jew-Hatred makes a major contribution to the understanding of radical Islamism by tracing the impact of European fascism on the Arab and Islamic world. Drawing extensively on German-language sources, Matthias Küntzel analyzes the close relationship that began in the 1930s between Nazi leaders and Muslim extremists, especially the Egyptian Muslim Brotherhood and the Mufti of Jerusalem. This path-breaking book provides compelling documentation of the Nazi roots of what became Islamo-fascism and jihadist terror.

This study demonstrates in historical detail how the Muslim Brotherhood has consistently placed the hatred of Jews at the center of its ideology and policies through an incendiary rhetoric that interweaves passages from the Koran hostile to Jews with elements of Nazi-style world-conspiracy theories. Ancient prejudice and modern fantasies have become a deadly combination.

Jihad and Jew-Hatred also explains how the defeat of Nazi Germany in 1945 led to the shift of the center of global antisemitism to the Arab world, laying the foundation for radical Islamist currents in and around the Muslim Brotherhood and more recent terrorist organizations.

Küntzel convincingly shows that antisemitism is no mere supplementary feature of modern jihadism, and certainly no afterthought but its defining ideological core. This hatred also goes far beyond questions of Zionism and Israel. For Islamism, not only is everything Jewish evil, but every evil is Jewish, as the writings of Sayyid Qutb and the Charter of Hamas clearly explain to anyone willing to read them. It was this Jew-hatred that fueled the Jihad of the 9/11 terrorists.

publicado por nx às 19:38
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

O alerta de Thérèse Delpech

    por Paulo Casaca

Depois de "O enselvajamento [ensauvagement no original], o regresso da barbárie no século XXI" editado em 2005, "O Irão, a Bomba e a Demissão das Nações" editado em 2006 (sobre o qual fiz uma recensão crítica no Expresso das Nove, publicada a 20 de Outubro de 2006), o novo livro de Thérèse Delpech, "O Grande Perturbador, reflexões sobre a Questão Iraniana" chegou recentemente às livrarias.

Trata-se de longe a autora que melhor compreendeu e escreveu em língua francesa sobre o perigo civilizacional de primeira importância que representa a teocracia iraniana e a política de apaziguamento do Ocidente em relação a ela.

Com uma escrita notável, uma erudição excepcional em matéria de defesa e segurança, uma clareza de raciocínio e verbo ímpares, a autora conduz neste terceiro livro da trilogia um arrasador libelo acusatório à diplomacia europeia a quem dedica o seu revelador posfácio:

Quem teria dito: "A experiência é uma escola em que as lições são caras, mas é a única em que mesmo os imbecis podem aprender qualquer coisa?" eu mesma não sei muito bem, mas pouco importa: são estas as minhas últimas palavras.

O problema não é necessariamente o da imbecilidade (embora esta também dê uma ajuda) e, contrariamente ao que parece pensar Thérèse Delpech, os diplomatas americanos não se revelaram mais brilhantes, sendo que o desastre iraquiano (de cuja realidade e dimensão a autora não se apercebe) ultrapassa em ignorância, incompetência e irresponsabilidade o pior que já foi produzido deste lado do Atlântico.

Mas, tal como afirma Delpech, nas palavras que antecedem o posfácio:

Neste quadro, onde está a política europeia? Procuramos por ela em vão nas negociações dos últimos anos. O que não impedirá em qualquer caso as nossas capitais de sofrer as consequências das crises nucleares que se perfilam no horizonte. Os erros diplomáticos podem ter efeitos tão desastrosos como os erros militares.

Com a ressalva de que o desastre negocial conduzido pela troika (Reino Unido, Alemanha e França com a inestimável ajuda de Javier Solana) em nome da União Europeia não condiciona apenas aquelas ou outras capitais, mas nos condiciona a todos, a questão é precisamente esta: a estratégia negocial europeia com o Irão foi suicida, e ninguém parece ter a coragem de gritar que o rei vai nu.

O penúltimo capítulo - nesta viagem que estamos a percorrer em sentido inverso por este livro - termina de forma não menos significativa:

No dia em que a situação se tornar realmente alarmante sobre estas duas frentes [Coreia do Norte e Irão] sem dúvida que nos vamos lembrar do que se passou em 2005. Um célebre romance alemão dos anos 1930 chama-se "Os irresponsáveis". Um belo título. Porque não relê-lo? O seu autor é Hermann Broch.

O paralelo com os anos trinta é sistematicamente enfatizado pela autora o que, não sendo naturalmente original, ganha com ela uma nitidez de que não conheço outro exemplo. 


A autora - que tal como no seu livro anterior não se cansa de repetir que só graças à resistência iraniana o Ocidente soube do programa nuclear iraniano - não ousa questionar a política pseudo-anti-terrorista do Ocidente que em vez de classificar o regime iraniano como terrorista, aceitou negociar com ele a classificação de terrorista para o seu principal movimento de oposição, embora este seja um elemento decisivo para entendermos o que aconteceu, também aqui, diga-se de passagem, copiando para pior a política de Daladier/Chamberlain perante Hitler.

Com efeito, quando as diplomacias ocidentais resolveram apelidar de "terroristas" os resistentes checos (e a Checoslováquia era a única democracia oriunda do refazer do mapa da segunda guerra) em obediência aos seus acordos com Hitler, não foi como resposta ao facto de os resistentes checos terem denunciado os planos militares alemães.

Contudo, foi exactamente isso o que aconteceu em relação à OMP, Organização dos Mujahedines do Povo do Irão.

Ponta Delgada, 2007-11-03

publicado por nx às 15:41
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Colaboradores

Paulo Casaca
Walid Phares
Raymond Tanter
Thomas McInerney
Alireza Jafarzadeh
Matthias Küntzel

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